segunda-feira, 25 de julho de 2011

Porque um dia eu vou virar pro lado, e ver você ali. Sempre que eu estiver insegura ou com medo, vou ter você ali para me abraçar, e me proteger - mas não se importe se eu fingir alguma coisa só para me encontrar em teus braços. E quem sabe pela manhã, quando você se levantar para o trabalho, eu vou insistir para você ficar comigo, e que se foda o resto: vamos ficar ali, naquela cama, na nossa cama, vamos nos abraçar, nos beijar, vamos brincar e rir de nós mesmos. E quando você finalmente sair pela porta daquele quarto, do nosso quarto, eu vou rezar para que aquilo não seja um sonho: para que a noite entre pela mesma porta, o homem da minha vida.

sábado, 23 de julho de 2011

Gostar: é quando você se apega à uma pessoa e começa a apreciá-la até demais.
Paixão: é quando você acha que a pessoa é perfeita.
Amor: é quando você sabe que a pessoa não é perfeita, mas não tá nem aí.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Madrugada fria, chuvosa. Inquieta, ela não conseguia pegar no sono. Ela estava pensando nele. Ao mesmo tempo em que ela sorria, ela chorava. Ao mesmo tempo em que ela o amava, ela o odiava. Ela olhava a chuva pela janela do seu quarto e, chorando, ela contava cada gota que caía. Ela sabia que não seria fácil. Desde que ela percebeu que o amava ela sabia que iria ficar assim. Tudo sombrio, vazio. As horas passavam e a chuva não parava de cair. Ela continuava ali pois perdera totalmente o sono. Tentava apenas achar uma solução. Uma solução para todos os seus problemas, algo que acabasse com a distância que fazia da sua vida um inferno. Mas não conseguia. Não conseguia compreender mais nada. Pensava apenas na hipótese de o perder, e ela sabia que caso isso acontecesse sua vida ficaria pior. Com frio, pegara um cobertor que estava jogado ao seu lado. Medo, medo da perda. Medo da dor outra vez. Porque ela já tivera outras dores, mas essa seria maior. Perdê-lo seria o pior que poderia acontecer. Mesmo estando tão longe dela, ela se importava com ele. Se doía vê-lo tão longe assim? Sim, doía. E doía muito, mas não era por isso que teria que acabar. Não é pela dor da distância, pela dor de não poder abraçá-lo que ele teria que sair de sua vida. E ali continuava até amanhecer. Pensando nele, em como tudo seria diferente caso ele estivesse ali ao seu lado, abraçando-a e a beijando. Pensando que talvez, ela poderia o proteger de qualquer mal que o rondasse. Porque no fundo, ela se importava mais com ele, do que com si própria.

Ninguém tem a sua boca fofa, a sua pele macia, o seu abraço quente. Ninguém é você e ninguém me basta tanto quanto você. Ninguém tem o seu jeito de me olhar. De falar meu nome. Ninguém tem esse cheiro. Ninguém me faz rir como você.”
Brena Braz

domingo, 10 de julho de 2011

"Ame muitas coisas, porque em amar está a verdadeira força. Quem ama muito conquistará muito, e o que for feito com amor estará bem feito."

Acredite, o que eu faço por você eu não faria por mais ninguém.